Sobre o filme “Somos tão jovens”

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Não, eu não assisti o filme ainda, não se preocupe, não é uma resenha.
Eu tenho visto muitas menções sobre o filme sobre a vida do Renato Russo pela timeline.
Tem gente falando de como ele projetou as pessoas para uma época de suas adolescências um tanto esquecidas e de como ficaram emocionadas. Li relatos de pessoas chorando, aplaudindo, e até ficando em silêncio! Mas também vi algumas pessoas falando que não gostaram do filme por não tratar da vida do vocalista até o sucesso do Legião Urbana, uma vez que a história do filme só vai até o Aborto Elétrico. Essas pessoas falam que se arrependeram de assistir o filme, de que é fraco e tal…

O que eu acho (uma vez que não assisti o filme ainda!) é que essas pessoas não sabem da natureza real do filme. A ideia não era fazer um novo “Cazuza — O tempo não para (2004)”. O diretor Antonio Carlos da Fontoura não queria fazer um “filme triste de uma pessoa doente vivendo o outro lado da fama”.

Até a mãe de Renato, Dona Carminha pediu que não fizessem um filme “roqueiro homossexual drogado morre de AIDS”. E pelo que leio dos relatos das pessoas que curtiram o filme, percebo que o filme retrata a juventude embrionária do “jovem” Renato Russo. Acho que é disso que se trata o filme.

A pauta é a Letra Escarlate

Homens combatendo o machismo é mais do que uma simples cortesia, é uma questão de respeito, empatia e consciência. É nossa obrigação enquanto seres humanos civilizados.

Tapa

Violência gera violência, mas é preciso entender que há mais de um tipo de violência.

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