Superman

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Superman de 1978 foi o primeiro filme que eu assisti na vida! 

Só com essa informação já dá pra entender como esse herói tem impacto no meu emocional né?!

Ele não é o meu herói favorito, é o Batman, mas a criança @cristianoweb de 6 anos, sempre fica com os olhos marejados todas as vezes que a icônica trilha do John Williams começa a tocar na abertura com os nomes voando na tela, quando o Superman voa inconformado de não conseguir salvar a Lois Lane (Margot Kidder) soterrada, enfim… a lista de momentos emocionantes é gigante!

Mesmo a geração mais recente de filmes, como na cena da bala explodindo no olho em Superman: O Retorno, ok o filme é fraquinho sim, mas tem os seus momentos. 

Mas sobretudo, os filmes da geração do Zack Snyder, que trouxe um carismático Henry Cavill interpretando muito bem o Homem de Aço / Clark Kent, trazendo uma nova base de fãs que torcia o nariz para os filmes do final da década de 1970/80, atualizando e modernizando as produções.

Ok, os filmes Batman vs Superman e Liga da Justiça são divisivos entre público e crítica, mas mesmo sim, eu sou daqueles que adorou o que viu, e o @cristianoweb adulto voltou a ser uma criança de 6 anos em 2017, quando saiu do cinema com certeza de que veria materializado a Sala de Justiça em ‘live-action logo, logo!

Corta para 2024, quando as primeiras imagens e matérias sobre então “Superman: Legado”, e eu engrossei o coro dos fãs que não gostaram da ideia e frases como:

Pra que outro filme?“, “que uniforme estranho“, “nossa, que ‘S’ esquisito no peito dele?“.

Mas aí os trailers começaram a pipocar na ‘timeline‘ e meses depois eu estava novamente entregue, e ontem, eu e os meus filhos, fomos no cinema para ver o filme Superman com a visão do James Gunn.

"Um filme Superman com a vibe Guardião da Galáxia"

Essa foi a definição do meu filho Nicolas quando perguntei para ele enquanto esperava a segunda cena pós-créditos se ele tinha gostado do filme, e eu achei uma ótima definição.

O filme é divertido, tem um ótimo ritmo, algum drama, uma história acessível que revigorou a franquia! 

Tudo muito diferente do que temos visto nos últimos anos com a ultra exploração de filmes de super-heróis.

Fomos para casa com o sentimento de diversão e aquele sorriso no canto da boca.

Mas o filme é bom?

Sim, eu gostei muito. 

Mas é preciso se descolar do que foi produzido antes. 

É um filme do James Gunn, que é um diretor muito autoral, e que tem uma assinatura de narrativa, rítimica e visual. 

O filme dele diverte, entretem sem sustos, nem bocejos.

É puro cinema pipoca!

Gostei muito do David Corenswet no papel principal. 

Ele entrega um Superman vulnerável, quase humano. Mas fica aquém do fazia o saudoso Christopher Reeve, que conseguia entregar duas interpretações distintas em tela. 

David Corenswet não perde em nada com o carisma do Henry Cavill, e me convenceu. 

Mas destaque mesmo em personagem que eu achei foi da Rachel Brosnahan, interpretando a ótima Lois Lane.

Finalmente um texto inteligente dado para a jornalista da sua envergadura! 

Rachel entrega uma interpretação ácida, sagás e com muito ritmo, destaque para a cena da “entrevista com o Superman”.

E claro, outro destaque que eu não podia deixar de citar foi a do Krypto!

Cara, eu me surpreendi muito com ele, eu ri em várias cenas dele no filme. 

Viralata com superpoderes é o que há, e eu adorei!!! 

Nicholas Hoult está bem no seu jovem e tecnológico Lex Luthor e os demais não comprometem

Legado?

Até a data de hoje, não há confirmação de um novo filme, mas, James Gunn disse recentemente que está trabalhando na sequência de Superman.

Sigo então com a minha esperança de vê-lo liderar um dia a Liga da Justiça num ‘Live-action’, uma vez que a Sala de Justiça aparece brevemente nesse filme. 

Vamos aguardar!

Até lá, eu encerro dizendo “Para o alto, e avante!”