Experimento de substituição das minhas redes sociais num único link. Aqui o Elon Musk sou eu!!!

Alanis

A primeira vez que eu ouvi Alanis Morissette foi na MTV, e provavelmente a música foi “Hand in My Pocket“, ou então “You Oughta Know“, quem sabe talvez “You Learn” ou “Ironc“, vai saber?

O fato é que a minha identificação com a sua música foi instantânea!

Longe de entender o que ela cantava em inglês na época, mesmo assim, eu amava Alanis.

Foi só uma década depois quando eu comecei a trabalhar numa empresa com acesso à Internet é que eu conheci melhor o seu trabalho artístico.

Era 2002, e ela tinha lançando o álbum “Under Rug Swept” que eu ouvia sem parar, para desespero dos meus colegas de trabalho, que não curtiam muito.

Hoje, mais de 20 anos depois, eu assisti o documentário da HBO “Music Box: Jagged“, e eu voltei a ter vinte e poucos anos de novo.

Alanis sempre foi uma artista absurdamente transparente, sensível e talentosíssima, e o documento só reafirma isso.

Nele fica claro quanto a sua carreira foi uma enorme batalha. 

Ela lutou contra uma indústria machista, contra críticos misógenos, e pasmem: até com os músicos do seu primeiro álbum vivendo a fama de ‘rockstars’ para transar com o máximo de ‘groupies’ que pudessem!

Tudo se refletia nas suas canções: Abusos, decepções, raiva, mas também alegrias, conquistas e desejos. 

Ela sempre foi assim, e no documentário vemos claramente que ela ainda é assim, e é por isso que eu admiro tanto!

Muito além dos milhões de álbuns vendidos, dezenas de prêmios, Alanis é muito mais do que tudo isso.

Vê-la cantando em casa com a sua filha Onyx no colo, ao vivo para o programa Jimmy Fallon, só intenssificou ainda mais a minha admiração para o que ela foi quando surgiu, mas sobretudo pelo o que ela se tornou hoje:

Uma mulher ainda mais admirável!

Thank U!