Experimento de substituição das minhas redes sociais num único link. Aqui o Elon Musk sou eu!!!

Um completo desconhecido

Na época em que o filme se passa, entre 1961 e 1965, Dylan cantava música Folk. Que além do estilo musical característico por ser tocado instrumentos acústicos, ele também se apoiava em canções com a temática bastante humanistas.

Resumindo, eu não entendia nada sobre nada até assistir esse filme, que foi o último que vi da lista do Oscars de 2025.

E pasmem. 

Não é que gostei da história!!!

Ficou bem clara pra mim a sua genialidade e personalidade, um tanto obscura, porém, humana do Dylan.

Como filme, ficou só a sensção de que há alguns saltos estranhos, idas e vindas sem explicações, mas esse é o estilo Dylan de ser, então, tive que me  acostumar com isso ao longo da película.

No meu post sobre essa edição do Oscars, eu o colocaria na categoria Indicados que eu gostei muito, apenas abaixo de Wicked.

Destaque para o Design de produção, que não foi indicado, e claro, Edward Norton, que interpretou um Pete Seeger cativante e sensível. Mas o maior destaque vai mesmo para o incrível Timothée Chalamet, que dá vida ao Bob Dylan no filme.

Genial e inexplicável, como Dylan é!!!

O que ficou para mim nesse filme, claro, são as letras de suas canções que inundaram o filme. E uma que me chamou muito a atenção foi “The times they are a-changin'” e os seus versos finais:

A linha foi traçada, a maldição foi lançada
The line, it is drawn, the curse, it is cast

O que é lento agora em breve será rápido
The slow one now will later be fast

Assim como o presente agora em breve será passado
As the present now will later be past

A ordem está desaparecendo rapidamente
The order is rapidly fadin’

E o primeiro agora em breve será o último
And the first one now will later be last

Porque os tempos, eles estão mudando
For the times, they are a-changin’