Dias de fúria com o Bradesco!

Poster do filme Dias de Fúria (Falling Down) com Michael Douglas Lembram do filme “Dias de Fúria” com o Michael Douglas? Aquele que tudo acontece de errado na vida de um cara comum e daí ele surta de tantas situações que o deixam furioso no nosso dia à dia!? Lembraram? Pois é. Isso aconteceu comigo no banco Bradesco entre os dias 10 de 17 de janeiro.

Pra quem não sabe, o Bradesco é o segundo maior banco privado do Brasil e possui mais de 16 milhões de clientes em mais de 3.200 agências espalhadas pelo país. Agências essas que a gente cansa de dizer que tem uma a cada esquina e para onde a gente olha tem uma certo? É, mas é justamente na hora em que você precisa é que vemos que a coisa não é bem assim. Eu explico.

No dia 10 de janeiro eu fui pagar a escola dos meus filhos e aproveitei e encomendei os livros na escola mesmo, pois não queria eu mesmo bater pernas para comprar nas lojas. Era um total de 6 parcelas feitos em cheques pré-datados e só no balcão é que eu percebi que eu tinha apenas 3 folhas no meu talão. Fui até a agência mais próxima (2777–4) da escola, que fica a menos de 500 metros e fui até a máquina de cheque avulso para complementar a quantidade que eu precisava para pagar a escola e após a solicitação de 1 talão de 20 folhas a máquina dá a seguinte informação na tela: “serviço indisponível. tente mais tarde”.

Andei mais 1,7km e fui até uma segunda agência (0831–1) e constatei que a não havia o serviço, pois é uma agência bem menor e só possui 3 caixas eletrônicos. Andei mais 750m e cheguei na agência (0264–2) no centro da Taquara, que é bem grande, tanto que é definida como agência Prime e lá fui eu solicitar um talão de cheque no caixa eletrônico (1 apenas) e a mensagem que a máquina me dava era o mesmo “serviço indisponível. tente mais tarde”. Começou ali a minha vontade de matar o primeiro que me desse bom dia! E depois de xingar muito olhando a fila enorme de pessoas que estavam dentro da agência, eu desisti e voltei para casa. No caminho, eu lembrei de uma outra agência pequena (3007–4) que é numa rua paralela ao meu caminho a 500 metros e resolvi tentar, mas chegando lá constatei que também não havia o serviço. Então, mesmo chateado e necessitando pagar a escola no vencimento eu desisti e voltei os 1,2km até a minha casa.

Dois dias depois (12/01/2011) eu precisei ir numa reunião e antes de pegar a condução eu aproveitei e passei novamente na agência 2777–4 para mais uma tentativa frustrada de pegar um talão de cheques e novamente a mesma informação: “serviço indisponível. tente mais tarde”. No dia seguinte então eu resolvi fazer a solicitação pelo Internet Banking e pasmem, constatei que o serviço de entrega levaria 5 dias úteis. Ou seja: eu só receberia o talão em minha casa no dia 19 de janeiro, ou, 9 dias depois da data que eu deveria pagar a 1ª parcela dos livros.

Óbvio que eu “xinguei muito no Twitter”, e prontamente o perfil @AloBradesco entrou em contato comigo. Contei toda a situação dos problemas e somente na quarta-feira (19/01/2011) eu consegui, numa terceira tentativa emitir 8 folhas avulsas na agência 2777–1. O detalhe, é que hoje, 21/01/2011, eu ainda não recebi a entrega do talão que fiz pela Internet. O fato é que o perfil do Twitter @AloBradesco foi mega eficiente e conseguiu com que todos, eu disse todos os gerentes entrassem em contato comigo para dar uma satisfação sobre o problema. Mas acho que a realidade das agências ainda é muito precária no atendimento e está longe de satisfazer REALMENTE um cliente realmente.

[Esse artigo foi originalmente escrito numa nota do meu Facebook]

UPDATE (Resolvido!!!)

O perfil do Bradesco no Twitter fez inúmeras intervenções em busca de uma solução para o meu problema. Nada menos que os 4 gerentes das agências citadas entraram em contato me convidando para comparecer na sua agência com o objetivo de resolver o problema causado. Parabéns ao Bradesco pela postura e atendimento!!!

Devasso é o atendimento

Hoje eu resolvi estrear a minha área de “Notas” do Facebook, onde pretendo colocar alguns textos curtos sobre vários assuntos bem livres e eu resolvi falar sobre o que aconteceu comigo ontem (13/01/2011) no Bar Devassa da Mariz e Barros na Tijuca (http://migre.me/3DxMQ), e como fui mal atendido por lá.

Fui para uma reunião de trabalho com o amigo Guga Alves e Luan Muniz para definirmos detalhes de um projeto. O Guga mora na Tijuca e sugeriu o bar por ser confortável, bom ambiente, comida relativamente boa e preço acessível e pela Internet Wi-fi, o que seria fundamental para a nossa conversa, uma vez que o projeto é de um site e precisávamos navegar em várias páginas para estabelecermos conceitos.

O local estava cheio, porém, não lotado, pois não havia nenhuma fila. Fomos recebidos pelo gerente do bar que nos arranjou uma mesa no canto, no melhor estilo americano e informou que a garçonete/atendente Amanda nos serviria.

Ok, todos pedimos refrigerantes e começamos a nossa reunião. Logo em seguida nós pedimos algo para comer e eu pedi “macarrão penne italiano” e os meus amigos foram de “sanduiche Marilou”. Eu recebi o meu pedido bem rapidamente e logo em seguida o copeiro (entregador de pratos) trouxe uma porção de batatas-fritas. Nós nos entre olhamos e chamamos o rapaz que percebeu o erro e disse que era de uma mesa próxima e ao recolher o pato o mesmo tombou na mesa, derrubando o queijo-ralado no amigo Guga. Não foi difícil limpar, foi até rápido, mas o rapaz pediu desculpas inúmeras vezes e eu comecei a estranhar a falta de atitude da nossa garçonete/atendente que não falou nada!

Pouco tempo depois o sanduiche do Guga chegou, só que o do Luan não. Foram exatos 22min (sim, eu monitorei) para chegar o prato depois desse ocorrido. Chamamos a Amanda várias vezes e somente depois desse tempo o Luan pode desfrutar do seu prato. Eu não sei como estava o sanduba dos amigos, mas o meu macarrão estava muito “sem graça”. Fiquei decepcionado. Mas como eu estava “morrendo de fome” e sou fanático por macarrão, comi mesmo assim.

À partir do momento em que terminamos a refeição e continuávamos a nossa reunião a nossa garçonete/atendente começou a pressionar a gente pra liberar a mesa, do tipo: “vocês vão querer mais alguma coisa?”, “querem café?” e eu eu fechei a cara imediatamente. Comentei com os amigos sobre isso, que nem deram “muita bola” e o ápice foi quando ela recolheu tudo e nos fitava à distância e veio com um pano com álcool e encharcou a mesa deixando aquele cheiro forte característico quase que irrespirável!

Para mim bastou. Já havíamos avançado bem nas definições da reunião e falei para os amigos pedirem a conta que, óbvio veio errada. Nenhum de nós bebe cerveja! Então chamamos o gerente e contamos o erro, que chamou a Amanda, que corrigiu o problema, pagamos a conta (mesmo assim com os 10%!!) e fomos embora!

Moral da história:

É uma pena que ainda existam profissionais que só pensem no seu salário na hora de atender o público. A Amanda só se preocupou com isso. E se não foi ela, e sim o estabelecimento que a pressionou para “definir logo uma mesa” é mais lamentável ainda. Escolhemos o lugar por inúmeros motivos. Poderíamos fazer a nossa reunião de trabalho em qualquer outro lugar, mas foi lá que optamos. Eu que nunca fui no Devassa tive uma péssima impressão da minha 1ª vez e isso é péssimo para a relação com o consumidor. Espero realmente que ontem tenha sido um caso isolado, mas o lance é que eu não sei se “vou pagar pra ver novamente”!

[Esse artigo foi originalmente escrito numa nota do meu Facebook]

UPDATE (Resolvido!!!)

Depois de algumas tentativas usando “indiretas” pelo Twitter, o perfil da empresa no Twitter entrou em contato com o proprietário do estabelecimento, que me enviou dois emails (em maio de 2011) me convidando para retornar ao bar novamente para conhecer a nova equipe de funcionários e ainda oferecer um pequeno jantar como forma de mudar a impressão causada pelo mal atendimento.